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sexta-feira, 8 de julho de 2016

PRESERVE OS TEUS LÁBIOS

PROVERBIOS CAPITULO 21 VERSICULO 23 

23 - O que guarda a sua boca e a sua língua guarda a sua alma das angústias. 


Sabemos que nossa fé em Deus pode e deve ser constatada através de nosso comportamento e da maneira como lidamos com situações e pessoas. O amor de Cristo faz com que sejamos transformados diariamente à Sua maneira, tornando-nos semelhantes a Ele, buscando exaltar a Sua graça em nossas vidas através de atitudes de gratidão.

Satisfazemos a vontade de Deus quando fazemos o bem sempre que estiver ao nosso alcance fazê-lo ou demonstrando amor para com o próximo, o que não significa tolerar seus erros ou tampouco pecados, mas alertá-lo, instruí-lo e exortá-lo com amor, paciência e sabedoria, as quais são características produzidas em nós pelo Espírito Santo, baseando-nos nas Escrituras.

A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um. (Colossenses 4:6)


Nossas palavras precisam estar de acordo com a nossa devoção a Cristo, pois elas devem refletir a mente de dEle. Assim, deixamos de ser maldizentes para permitir que saiam de nós palavras edificantes e construtivas, calando-nos quando for necessário e refreando a língua ainda que seja tentador não fazê-lo.

Ao ler a palavra de Deus observamos explicitamente o quão abomináveis são as conversas fiadas e inconvenientes aos olhos dEle Pessoas linguarudas definitivamente precisam ser reformadas pelo Espírito Santo para que entrem pela porta estreita , essa é a minha opinião . É necessário e fundamental guardarmos nossas bocas de falar o que é fútil e improdutivo.

Quando temos um relacionamento com Deus o natural e esperado é que estejamos ocupados demais com o Evangelho para nos dedicar a tagarelices frívolas e baixas, que não levam a nada senão ao pecado. Sim, pois denegrir ou expor inapropriadamente a imagem dos outros através da fofoca é uma forma de ódio, exatamente o contrário do que o Senhor nos instrui a fazer. Falatórios deste tipo trazem apenas malefícios como angústias e desavenças, a longo ou curto prazo.

Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem.
 (Efésios 4:29)


Precisamos estar tão empenhados em exercer os ensinamentos que vem de cima ao ponto de que não nos sobre espaço mental ou energia para sermos maldizentes, o que inclui palavreado chulo e degradante. Ao invés de murmurar e praguejar em qualquer oportunidade devemos buscar formas de enaltecer o nome do Senhor em qualquer circunstância.

Palavras podem ter poder corrosivo ou construtivo, mas se preferirmos glorificar a Deus, basta permitirmos que o Espírito Santo use-as para que tenham efeito benéfico e proveitoso.





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